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Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

Ambiente fechado e Covid-19: sindicato debate medidas necessárias para retorno ao trabalho presencial

Nesta sexta-feira (24/7), o Sisejufe ao Vivo irá discutir as adequações necessárias ao ambiente de trabalho na volta das atividades presenciais, quais seriam os impactos no recrudescimento do risco de contaminação e que medidas sanitárias e de manejo de pessoal são exigidas para proteger os servidores e servidoras. Os convidados são o professor de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Sergipe (UFS) André Ramos e o diretor do Foro da Seção Judiciária do Rio de Janeiro (SJRJ), juiz Osair Victor de Oliveira Junior.  

A saúde e a preservação da vida dos servidores são prioridades para a direção do sindicato neste momento. Por isso, o Sisejufe tem dialogado com as Administrações dos Tribunais no sentido de garantir que a volta ao trabalho presencial só aconteça em condições seguras, embasadas em avaliações de especialistas das áreas médica e sanitária. A diretoria do sindicato apresentou à JF e ao TRT-RJ documentos com medidas essenciais que devem ser levadas em conta na elaboração de um plano de retorno seguro. E realizou, ainda, assembleias setoriais com a base no TRE-RJ para discutir o tema.

Participação na tomada de decisões

O diretor do foro da SJRJ ressalta que o sindicato é o legítimo representante dos servidores e defensor dos seus interesses. “É sempre importante, mais do que ouvir o Sisejufe, possibilitar que a tomada de decisões que implique a segurança, saúde e bem-estar dos servidores tenha a participação do sindicato. O sindicato e as associações têm tido espaço constante de contribuição e participação, permitindo que a Justiça Federal cumpra sua missão institucional sem se descuidar da necessária preocupação com os naturais atores da justiça federal: magistrados, servidores, advogados, procuradores e partes. A Administração da Justiça Federal da 2ª Região sempre esteve preocupada com a retomada segura das atividades presenciais”, pontua Osair Victor.

Minimizar risco de contágio

O professor André Ramos destaca que, nas últimas décadas, o homem tem passado cerca de 90% do seu tempo em ambientes fechados e durante a pandemia, este percentual aumentou. “Já são conhecidos alguns problemas relacionados à má qualidade do ar em ambientes internos, tais como a Síndrome dos Edifícios Doentes. A Covid-19 elevou a preocupação com esta qualidade. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu o que alguns pesquisadores já tinham demonstrado em estudos recentes, que há fortes evidências sobre a transmissão da Covid-19 pelo ar. Isto gera a necessidade de adequação dos ambientes internos para minimizar o contágio e proteger a saúde dos trabalhadores”, afirma o especialista.

O pesquisador vai apontar os principais procedimentos que podem ser adotados no processo de retorno ao trabalho presencial, visando a segurança dos colaboradores e do público em geral, trazendo recomendações de adequações das instalações físicas e medidas relacionadas à ventilação, manutenção de sistemas de condicionamento de ar e controle de parâmetros ambientais.

O debate terá a mediação da jornalista Tais Faccioli. Para acompanhar, é só clicar no link www.sisejufe.org.br/aovivo na hora marcada.

Informações sobre os convidados

Osair Victor

O diretor do Foro da SJRJ é titular da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Já foi titular da 1ª Vara Federal de Duque de Caxias. O magistrado é membro da Comissão de Segurança do TRF2 e da Gestão Estratégica e da Rede Colaborativa junto ao CNJ. Antes de ingressar na magistratura, foi oficial da Marinha do Brasil e servidor da JFRJ.

André Ramos

É Engenheiro Químico formado na UFRJ e com Doutorado em Engenharia Química pelo Programa de Engenharia Química da COPPE/UFRJ. Realizou pós-doutorado na Universidade de Amsterdam. Atualmente é professor associado da Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde atua tanto na Graduação quanto na Pós-Graduação em Engenharia Ambiental. Atua há 16 anos na área de Poluição Atmosférica, tanto no ensino quanto na pesquisa e recentemente tem direcionado os seus trabalhos para a área da Qualidade do Ar em Ambientes Interiores, Ventilação e Conforto Ambiental.

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