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Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

TRT1: afastamento de servidores por Covid-19 aumenta mais de 800% entre dezembro e janeiro

Relatório foi disponibilizado após solicitação do Sisejufe à Administração do regional

TRT1: afastamento de servidores por Covid-19 aumenta mais de 800% entre dezembro e janeiro, SISEJUFE

A Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1) respondeu, nesta quarta-feira (19/1), ao ofício do Sisejufe com solicitação de acesso à informação dos atuais servidores licenciados em decorrência da Covid-19. Foram disponibilizados dados a partir do segundo semestre de 2021.

Os números impressionam: de julho a dezembro do ano passado, foram registrados 178 afastamentos; de 1º a 17 de janeiro houve 228 notificações de servidores infectados pelo vírus. Na comparação entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, o aumento foi de 844%.

Veja os números mês a mês:

– Julho/2021 – 40

– Agosto/2021 – 49

– Setembro/2021 – 36

– Outubro/2021 – 12

– Novembro/2021 – 14

– Dezembro/2021 – 27

– Janeiro/2022 – (1 a 17/01) – 228

A solicitação do Sisejufe tem por objetivo acompanhar a evolução da pandemia, mantendo a atuação vigilante em defesa da saúde dos servidores, uma de suas principais obrigações. No dia 6 de janeiro, o sindicato encaminhou ao TRT1 um requerimento para adiar o retorno total às atividades presenciais.

“A Administração do TRT1 descumpre o Ato Conjunto 14/2020, que determina a observância da curva de contaminação para a evolução, ou involução, da retomada do trabalho presencial. O Sisejufe, a ADICS e a Amatra fizeram requerimentos semelhantes no início do ano, pleiteando tão somente a adoção do trabalho à distância.  Até agora não tivemos resposta.  Ninguém quer o Tribunal fechado, apenas queremos trabalhar com segurança.  Certamente muitos casos de contaminação e afastamento seriam evitados se o trabalho presencial fosse reduzido ao mínimo necessário. Os números fornecidos pela Coordenadoria de Saúde não deixam dúvidas de que a situação é gravíssima”, afirma a coordenadora do Departamento de Saúde do Sisejufe, Andrea Capellão.

A imagem em destaque foi disponibilizada no ofício pelo TRT1

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