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Sisejufe apoia ato da ONG Rio de Paz, que relembra os 400 mil mortos pela covid

Protesto é contra a gestão da pandemia pelo governo federal. Quatrocentos sacos de óbito – usados para coleta dos corpos das vítimas – com a bandeira nacional foram espalhados pelas areias da Praia de Copacabana.

Sisejufe apoia ato da ONG Rio de Paz, que relembra os 400 mil mortos pela covid, SISEJUFE


A ONG Rio de Paz realizou na praia de Copacabana, nesta sexta-feira (30/4), um ato público em memória dos 400 mil mortos pela Covid-19 no Brasil e repúdio ao modo como o Governo Federal está lidando com a grave crise sanitária. A diretora do Sisejufe, Soraia Marca, participou do protesto.

Sisejufe apoia ato da ONG Rio de Paz, que relembra os 400 mil mortos pela covid, SISEJUFE

Voluntários do Rio de Paz espalharam pelas areias da praia 400 sacos de óbito com a bandeira nacional grampeada. A cada hora, é feita uma dramatização pelos manifestantes, simbolizando o enterro daqueles cujas vidas teriam sido preservadas se as autoridades públicas brasileiras não agissem com tamanho descaso e incompetência.

“O Governo Federal cometeu faltas injustificáveis que custaram milhares de vidas. Foi negligente com o processo de aquisição de vacinas, minimizou a gravidade da pandemia, não incentivou a adoção de medidas restritivas, promoveu tratamento precoce sem evidências científicas comprovadas, não coordenou o enfrentamento à pandemia em âmbito nacional, entregou a gestão do Ministério da Saúde a gestores não especializados”, afirmou o presidente do Rio de Paz, Antonio Carlos Costa.

Antonio acrescentou que o próprio presidente da República errou pela falta de exemplo e empatia. “Comportou-se como se um vírus traiçoeiro não estivesse se espalhando pelo país, contaminando, incapacitando e matando. Chamou de marica milhões de trabalhadores brasileiros, que apesar de todo desejo de exercerem suas atividades profissionais, adotaram, pelo temor da morte, o distanciamento social. Em suma, testemunhamos o surreal, que não seria tolerado por cidadãos de nações livres e desenvolvidas”, disse.

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