Alto contraste Modo escuro A+ Aumentar fonte Aa Fonte original A- Diminuir fonte Linha guia Redefinir
Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

Presidente do Sisejufe defende a representação dos servidores nos espaços decisórios, em seminário sobre democratização do Poder Judiciário

Dirigente representou a Fenajufe na mesa principal do evento, ocorrido no CNJ.

A presidente do Sisejufe e coordenadora-geral da Fenajufe, Lucena Pacheco, compôs a mesa “Diálogos sobre a Democratização do Poder Judiciário”, em

seminário organizado pelo Conselho Nacional de Justiça, nesta terça-feira (18/3). O objetivo do evento foi discutir a democratização do Poder Judiciário.

A dirigente dividiu o espaço com representantes da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, (Anamatra), Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Associação dos Magistrado Brasileiros (AMB) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Participaram, ainda, nos plenário, a coordenadora Soraia Marca (diretora do Sisejufe) e o coordenador Fábio Sabóia; José Aristéia, presidente do Sindiquinze e o assessor institucional, Alexandre Marques, além de Engelberg Belém, coordenador do Sintrajufe- CE.

O presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso fez a abertura do evento. Guilherme Feliciano, coordenador do Fórum de Carreira do CNJ também integrou a mesa de abertura.

Em sua fala, Lucena Pacheco destacou a importância do diálogo como um espaço de escuta ativa e construção coletiva do conhecimento, citando a pedagogia de Paulo Freire. “E o Judiciário, sendo um dos pilares da democracia, precisa incorporar essa lógica no seu funcionamento interno”, comentou.

A dirigente também chamou a atenção para a ausência de representação dos servidores nos espaços decisórios, o que precisa ser alterado, enfrentando a resistência a mudanças. O CNJ, por exemplo, não conta com representantes dos servidores, apontou.

Lucena lembrou que a democracia não se limita ao voto, mas se constrói no respeito aos direitos e na participação contínua dos cidadãos. “Quando essa participação é reduzida, abre-se espaço para um distanciamento entre as instituições e a sociedade, e isso mina a legitimidade do sistema democrático”, afirmou.

A coordenadora da Fenajufe ressaltou que o Poder Judiciário tem um papel fundamental na garantia da democracia e dos direitos fundamentais, mas para que essa missão se concretize, é essencial que as decisões internas dessas instituições reflitam os princípios democráticos que orientam sua atuação externa.

Últimas Notícias