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SISEJUFE RECEBE WORKSHOP voltado para resolução de conflitos

O Princípio do Amor nas Constelações Familiares: contribuições ao Direito Sistêmico é o tema do evento que acontece em setembro deste ano

O Sisejufe recebe, de 14 a 16 de setembro, a psicóloga Olga Simone Almeida de Paulo Lima, fundadora do Instituto de Apoio Psicológico (IAP), em Campo Grande (MS), que comandará o workshop “O Princípio do Amor nas Constelações Familiares: contribuições ao Direito Sistêmico”. Nos encontros, ela apresentará as técnicas da Constelação Familiar, terapia voltada para a compreensão e a solução de conflitos por meio do autoconhecimento e de forma rápida.

A prática já foi testada e aprovada no Judiciário, em 12 estados e no Distrito Federal. Em 2012, por exemplo, a 2ª Vara de Família de Itabuna (BA) passou a oferecer ao público a técnica e o resultado não poderia ter sido melhor: foram registrados 100% de acordos nas audiências de conciliação.  “Isso é muito positivo, porque o Judiciário tende a resolver os problemas pela lei, mas a solução não passa apenas por aí; ela tem de ser também holística, porque é preciso compreender o que fez aquele conflito chegar ao Judiciário”, comenta Eunice Barbosa, diretora do Sisejufe.

Política Pública
Em 2010, o CNJ criou a Política Pública Nacional no âmbito do Judiciário (Resolução CNJ nº 125/2010), a fim de estabelecer um tratamento adequado para resolução de conflitos de forma não litigiosa. Cinco anos depois, a solução consensual de conflitos foi incluída no Código de Processo Civil (Novo CPC), que tornou a conciliação etapa obrigatória. No mesmo ano, foi aprovada a chamada Lei de Mediação (Lei 13140/2015), disciplinando a técnica como forma de solução de conflitos.

O que é Constelação Familiar
De acordo com o psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, o ser humano é leal ao sistema familiar, permanecendo ligado a ele por amor ou pela dor – ainda que isso provoque conflitos, doenças e outras dificuldades. Tudo baseado em três princípios: pertencimento (vínculo), hierarquia (ordem) e equilíbrio entre dar e receber (compensação).

Na prática, a Constelação Familiar mostra que muitos dos problemas, como doenças e conflitos pessoais e profissionais, são repetições do comportamento de familiares, ainda que inconscientemente. A aplicação do método, normalmente, é feito em grupo, tendo um facilitador (também chamado de “constelador”), que ajuda a conduzir o processo de autoconhecimento. “Em Brasília, onde o TJ usa a Constelação antes das audiências de conciliação, uma senhora recorria sempre ao Judiciário para renegociar suas dívidas, que chegaram a comprometer 90% do seu patrimônio. Depois da dinâmica, entendeu que repetia a prática de seus antepassados e organizou a vida”, conta Eunice.

Para participar do workshop, precisa se inscrever no site IAP ou preenche a Ficha de Inscrição CLICANDO AQUI, pagar a taxa de R$ 800 (se for à vista) até o dia 7 de setembro. Os encontros acontecem na sexta (14/9), das 19h às 22h, no sábado (15/9) e domingo (16/9), das 8h às 12h30, e das 14h às 18h.

 

Workshop “O Princípio do Amor nas Constelações Familiares: contribuições ao Direito Sistêmico”

Dias 14, 15 e 16 de setembro de 2018

Auditório do Sisejufe

Avenida Presidente Vargas, 509/11º Andar – Centro – Rio de Janeiro

 

 

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