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Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

Sisejufe lança, no dia 1º de outubro, a Plataforma Política das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Sistema de Justiça no estado do RJ

Sindicato segue iniciativa da Fenajufe, Fenajud e Fenamp com objetivo de garantir a adesão de candidaturas à Carta Compromisso com o serviço público e seus trabalhadores e trabalhadoras

Dando continuidade ao caminho já iniciado pela Fenajufe, Fenamp e Fenajud, o Sisejufe se une a essas entidades diante de um cenário de forte hostilidade às garantias mínimas dos direitos sociais e constitucionais e adere à Plataforma Política das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Sistema de Justiça, lançando-a no estado do Rio de Janeiro.

A Plataforma Política vem acompanhada de uma Carta Compromisso para que as candidaturas assumam publicamente compromissos com o serviço público e com as trabalhadoras e os trabalhadores do Sistema de Justiça.

Além da iniciativa, o Sisejufe também agrega à ação a Carta Compromisso das Mulheres, que foi construída no nosso sindicato e passa a fazer parte da reivindicação coletiva.

Lançamento

O lançamento da plataforma no Rio de Janeiro será no dia 1º de outubro, às 19h30, no canal do Sisejufe no Youtube.

Acesso à Plataforma

Para conhecer a plataforma, clique neste link. Envie também o link às candidatas e aos candidatos que tenham compromisso com o serviço público e com as servidoras e servidores. Se você, servidor(a), receber fotos de candidatos(as) assinando a Carta Compromisso ou vídeos deles/delas assinando a carta e declarando seu compromisso com as pautas do serviço público e dos servidores e servidoras, envie para comunicacao@sisejufe.org.br

SAIBA MAIS

Objetivo comum

Estabelecer um diálogo público e transparente com as candidaturas do Rio de Janeiro, apresentando pautas concretas e possibilitando que aquelas que concordarem com seus princípios e propostas assumam formalmente esses compromissos.

Seis eixos para o futuro do serviço público

Eixo 1

Defesa do concurso público e da recomposição dos quadros permanentes do Estado, com enfrentamento às formas de precarização das relações de trabalho.

Eixo 2

Valorização das carreiras do serviço público, liberdade sindical e efetivação da negociação coletiva, com mesas permanentes de negociação.

Eixo 3

Ampliação da participação das trabalhadoras e dos trabalhadores nas instituições e nos espaços nos quais são tomadas decisões sobre políticas de pessoal e funcionamento do Sistema de Justiça.

Eixo 4

Defesa de transparência, auditabilidade e supervisão humana no emprego da inteligência artificial, com participação das representações das trabalhadoras e trabalhadores e proteção dos cargos e empregos públicos.

Eixo 5

Defesa de condições dignas e saudáveis de trabalho, enfrentamento aos assédios e às formas de violência no ambiente laboral e políticas de proteção à saúde física e mental.

Eixo 6

Defesa dos direitos previdenciários, das aposentadas, aposentados e pensionistas e da proteção social no serviço público.

Sobre a Carta Compromisso das Mulheres

A Carta afirma a necessidade de enfrentar as desigualdades e violências que atingem as mulheres no trabalho e na sociedade.

Reivindicações

Prevenção e enfrentamento às violências contra as mulheres; igualdade salarial entre mulheres e homens; reconhecimento do trabalho feminino; condições dignas de trabalho; atenção à saúde física e mental; ambientes livres de assédio e discriminação; participação política das mulheres incentivada; enfrentamento ao racismo estrutural e institucional; e formação política valorizada.

Escolha do voto

Além de assegurar o compromisso das candidaturas com as pautas das servidoras e servidores do Sistema de Justiça, as informações disponibilizadas de forma detalhada e transparente têm por objetivo municiar cada trabalhadora e cada trabalhador para que possam fazer suas próprias escolhas.

“Temos especificidades, mas também compartilhamos desafios. Unir nossas entidades em torno dessa Plataforma significa ampliar nossa capacidade de diálogo com a sociedade e com o Parlamento e colocar no centro do debate questões que dizem respeito ao presente e ao futuro dos serviços públicos”, destaca o trecho final do documento.

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