O Sisejufe está engajado na Jornada Nacional de Luta pela vacina, contra a Reforma administrativa e as privatizações, chamada pelo Fonasefe e pela Fenajufe. Como parte da mobilização, acontecerá neste domingo (31/01), às 10h, uma carreata em conjunto com entidades e movimentos sociais. A concentração é na Glória, Zona Sul do Rio. A diretoria do Sisejufe convida os servidores e servidoras a participar da carreata e orienta aos que desejam aderir, com seus próprios carros, a manter os protocolos de segurança necessários para o combate à Covid -19.
Mobilizações
Em 1º de fevereiro acontece o Dia Nacional de Luta, que prevê uma série de atos para encerrar a jornada. Neste dia, o Sisejufe chama a categoria para um ato virtual, às 14h, com entrega de manifesto a parlamentares (pressão por e-mail e redes sociais). Às 20h, haverá panelaço e projeção de mensagens de luta em prédios públicos.
Anote as atividades e participe!
31 de janeiro
10h – carreata pela vacina, contra a reforma administrativa e as privatizações
Concentração:
Av. Augusto Severo, entre a Praça Paris e feira da Glória
1º de fevereiro
14h – Ato virtual para entrega de manifesto aos parlamentares (pressão por e-mail e rsrs sociais)
20h – Panelaço Nacional e projeção de mensagens de luta em prédios públicos
Ameaças continuam
Uma manobra de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes pode acelerar a tramitação da PEC Emergencial (186/19) após as eleições para as presidências da Câmara e do Senado no dia 1º de fevereiro: vincular a prorrogação do auxílio emergencial à aprovação da proposta. A PEC prevê mecanismos de controle de despesas públicas como o corte de 25% no salário e jornada de servidores, congelamento de concursos e de contratações.
Cabe destacar que os principais candidatos às Casas Legislativas defendem a agenda de reformas proposta pelo governo, incluindo a PEC Emergencial e Reforma Administrativa (PEC 32/2020).
O objetivo do governo é conseguir a aprovação da PEC 186/19 ainda no primeiro semestre e aguarda apenas o resultado das eleições para retomar as negociações do pacote de maldades.
Vale lembrar que o relator da PEC Emergencial, senador Márcio Bittar (MDB-AC), havia disponibilizado em dezembro do ano passado um novo texto da proposta que teria desagradado o ímpeto ultraliberal de Paulo Guedes por estar mais “desidratado”, mas que ainda pesava a mão sobre os servidores. Depois do desentendimento com Guedes, Bittar decidiu adiar o parecer para este ano.
Segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), depois de votar a PEC Emergencial, o Congresso vai se debruçar sobre a Reforma Administrativa. A matéria será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ir votos em Comissão Especial, de mérito, e depois, em 2 turnos no Plenário.
A PEC 32/2020 da mesma forma visa o desmonte do Estado e do serviço público de qualidade para a sociedade. A proposta, entre outros pontos, vai permitir a criação de vínculos sem a regra geral do concurso, aumentando a indicação para cargos comissionados. Além disso acaba com a estabilidade para novos servidores e propõe o fim do Regime Jurídico Único (RJU).