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Recomposição salarial: em nota, Fonasefe reforça que só uma forte e poderosa greve fará governo negociar

Nas duas oportunidades em que recebeu os servidores, governo deixou clara a indisposição em abrir mesa de negociação

Recomposição salarial: em nota, Fonasefe reforça que só uma forte e poderosa greve fará governo negociar, SISEJUFE

O Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) afirmou, em nota divulgada na terça-feira (5/4), que o governo Bolsonaro não reajustará os salários do funcionalismo sem uma forte e poderosa Greve.

Os servidores protocolaram no Ministério da Economia reivindicação de 19,99% em janeiro e, neste período, o governo recebeu os dirigentes em duas oportunidades. Contudo, nas duas, deixou clara a indisposição em negociar.

No texto, o Fórum afirma que “em um total desrespeito aos SPFs, o governo faz declarações desencontradas, feitas por membros do primeiro escalão do governo, para a grande imprensa sobre nossos salários, como se não existissem sindicatos e mesmo uma proposta concreta de recomposição salarial já protocolada”.

Com esse cenário posto, o Fonasefe convocou greve por tempo indeterminado desde o dia 23 de março e lembra que é necessário reforçar essa mobilização. “Os SPFs que já se encontram em greve não podem e não devem ficar sozinhos nessa luta”.

Algumas categorias do funcionalismo já estão em greve, como os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Banco Central e da Receita Federal. A expectativa é que haja adesão das demais.

Ainda no expediente, o Fonasefe destaca a unidade dos servidores em 2021 que barrou a votação da reforma administrativa (PEC 32/20) — uma sentença de morte ao serviço público — e reitera que essa unidade será estratégica: “Para sepultar de vez a PEC 32 e obrigar o governo Bolsonaro a atender às nossas reivindicações, porque a nossa greve por tempo indeterminado não é somente justa, é absolutamente necessária”.

Na última semana, servidoras e servidores realizaram uma jornada de luta na capital federal com atos no Ministério da Educação, Ministério da Economia e Senado Federal, incluindo o Ocupa Brasília no dia 30 de março.

A Fenajufe, por meio de sua diretoria executiva, avaliou que a construção da greve unificada do funcionalismo é fundamental para possibilitar a aprovação de uma recomposição salarial emergencial ainda este ano.

Confira neste link a íntegra da nota.

Com informações da Fenajufe

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