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Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

Visita de Barroso ao CCJF é marcada por protesto de servidores e servidoras contra a pior gestão da instituição

O ato realizado pelo Sisejufe, na tarde desta sexta-feira (4/4), para marcar o término da pior que a instituição já teve, foi um sucesso.

Dezenas de servidores, servidoras, terceirizados, terceirizadas e lideranças de outros movimentos sociais e sindicais juntaram-se aos diretores e diretoras do sindicato na porta do Centro Cultural Justiça Federal para mostrar que a categoria não tolera desrespeito, perseguição ou qualquer tipo de assédio, situações que estavam acontecendo rotineiramente no CCJF, com o conhecimento da Diretoria Geral do centro cultural e da Presidência do TRF2, órgão ao qual o CCJF é subordinado. A manifestação também contou com a participação de transeuntes, que declararam apoio ao protesto.

O ato simbólico foi animado pelos músicos da banda Associados da Folia e pela Fina Batucada, grupo de percussão formado exclusivamente por mulheres, que foi escolhido pelo fato de o assédio ter sido praticado na sua maioria contra servidoras do CCJF.

Teve também lanche fraterno, distribuição de panfletos e exibição de cartazes de luta.

Um bolo foi compartilhado com as pessoas presentes para marcar a celebração do adeus à Diretoria do CCJF, atualmente sob o comando da desembargadora federal Simone Schreiber.

A atividade foi tão agradável que a população que passava na rua parou para sambar ou ouvir as apresentações culturais.

O ato foi encerrado com chave de ouro. Isso porque a mensagem de protesto dos servidores e servidoras chamou a atenção e chegou diretamente ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luis Roberto Barroso, que esteve no CCJF para visitar uma exposição.

Durante todo o tempo em que Barroso esteve no local, o Sisejufe manteve, do lado de fora, a música e a movimentação.

Com esta manifestação, o sindicato e a categoria sepultam, de vez, um período marcado por remoções arbitrárias, assédio, desrespeito e tantas outras irregularidades.

Em sua fala, o secretário de Administração, Gestão de Pessoas e Patrimônio do Sisejufe, Valter Nogueira Alves, reiterou, em alto e bom som, que a atividade é um ato de desagravo, de protesto e de comemoração à saída da pior gestão que o Centro Cultural já teve desde que ele foi aberto.

“Esse é um espaço democrático da cultura Carioca. É um espaço que sempre acolheu com muita dignidade todas as manifestações, mas nesses últimos anos os servidores passaram por muitas dificuldades por conta de uma gestão extremamente complicada. Nós tivemos diversos servidores e servidoras que foram removidos do Centro Cultural de forma arbitrária, muitas vezes por não concordar com o que estava acontecendo, com as irregularidades que nós encontramos e denunciamos no Centro Cultural. Então, esse é um dia que a gente está chamando de ‘Dia do Adeus’ para que nunca mais se repita, para que o povo carioca consiga ter esse espaço como referência de cultura aqui na Cinelândia, junto com a Biblioteca Nacional, o Theatro Municipal e o Museu Nacional de Belas Artes”, enfatizou.

O dirigente reforçou que o momento é de alegria: “a gente está aqui para celebrar esse último dia da gestão com um ato simbólico, um protesto animado. A gente vai ficar aqui para marcar posição e dizer que a gente não aceita arbitrariedades”.

A partir do dia 7 de abril, com a posse da nova gestão tanto no TRF2 como no CCJF, a diretoria do Sisejufe espera inaugurar um novo momento, aberto verdadeiramente ao diálogo.

Abaixo, mais alguns momentos da atividade: 

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