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Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

Sindicato promove ato pela manutenção da Subseção de Campo Grande, em parceria com a OAB

Servidores pedem mudança para prédio menor a fim de economizar gastos

Na terça-feira (1/10), o Sisejufe promoveu ato na Subseção de Campo Grande para reforçar o pedido de manutenção do foro federal, que corre o risco de fechar devido a Emenda Constitucional 95 – a que congela os gastos públicos por 20 anos. A manifestação foi chamada pela OAB, em articulação com o sindicato, por meio do diretor Fábio Fillardi e do servidor Carlos Casé. A atividade contou com a participação do Conselho de Segurança do bairro, da Associação Comercial, da Câmara Comunitária e sociedade civil.

Diretores do Sisejufe Lucena Pacheco, Eunice Barbosa e Fábio Fillardi participam de ato com servidores de Campo Grande

No ato, foi apontada a necessidade de se realizar audiências públicas para falar do problema. O deputado federal Paulo Ramos se ofereceu para interceder junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à Câmara de Vereadores para preservar o foro. Os manifestantes também sugeriram uma votação eletrônica para decidir o futuro da subseção e o aluguel de um prédio mais barato, já que o atual é hiperdimensionado para as necessidades da jurisdição.

A diretora do Sisejufe e coordenadora da Fenajufe Lucena Pacheco relatou a preocupação dos servidores com a EC 95, que enquanto vigorar põe em risco os foros. Lembrou, ainda, que Campo Grande é o maior bairro em população e arrecadação do município do Rio de Janeiro e, por isso, a prestação jurisdicional tem muita demanda, e ainda atende os bairros vizinhos: Barra de Guaratiba, Cosmos, Guaratiba, Inhoaíba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Santíssimo, Senador Camará, Senador Vasconcelos e Sepetiba, além dos municípios de Seropédica, Itaguaí e Mangaratiba. 

“É importante a mobilização da sociedade no cenário atual. O fechamento do foro atingiria todos os trabalhadores de maneira direta e indireta, então foi fundamental a consciência da comunidade para a preservação do direito que produz justiça social”, disse ela.

Entenda o caso

A discussão em torno da Subseção de Campo Grande faz parte de um estudo elaborado pela Seção Judiciária para atender à necessidade de cortes para adequação ao orçamento de 2020. Também foi cogitada a possibilidade de fechamento das subseções de Magé e Angra dos Reis. A direção do Sisejufe conversou com servidores dos três foros, na semana passada, e acompanha as articulações, intermediando o diálogo com a administração da SJRJ, a fim de impedir medidas drásticas que prejudiquem os trabalhadores.

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