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Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no estado do Rio de Janeiro - Telefone: (21) 2215-2443

CNJ aceita sugestões do Sisejufe e da Fenajufe em Seminário sobre Gestão de Saúde no Judiciário

Evento lança curso EAD de saúde mental para qualificar servidores

Seminário recebeu, pela primeira vez, inscrição dos representantes de classe. Na foto, a assessora política do Sisejufe, Vera Miranda, fala sobre as políticas de saúde da entidade

O Sisejufe e a Fenajufe tiveram participação ativa no seminário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre gestão de saúde, que terminou nesta tarde, após dois dias de debates. Os participantes destacaram que a preservação da saúde dos magistrados e dos servidores é essencial para a manutenção de um Poder Judiciário saudável e que é preciso garantir políticas internas de combate ao assédio moral.

A quinta-feira foi dedicada a oficinas com os seguintes temas: saúde dos magistrados; saúde dos servidores; serviços de saúde e exame periódico de saúde; planos de saúde e autogestão. Durante as oficinas, foi feita a apresentação da pesquisa de saúde “Sofrimento e adoecimento no trabalho do judiciário e MPU”, apresentada pela Fenajufe/Fenajud no 10º Congrejufe, em abril deste ano. Na avaliação da coordenadora da Fenajufe e diretora do Sisejufe, Lucena Pacheco, o seminário foi produtivo pela abertura ao diálogo.

“O Segundo Seminário de Saúde do CNJ recebeu, pela primeira vez, inscrição dos representantes de classe e o resultado das oficinas foi fruto do debate entre servidores, magistrados e entidades de classe, garantindo uma maior representatividade e a abertura para que as pesquisas de saúde das entidades virem instrumentos para desenvolver concretamente políticas de saúde para os servidores e magistrados”, afirmou a dirigente sindical.

CURSO PARA PROMOVER SAÚDE MENTAL

No encerramento do evento, o CNJ lançou um curso de saúde mental voltado aos servidores do Poder Judiciário. O curso tem como objetivo capacitar a categoria em relação à importância da promoção da saúde mental e da prevenção de agravos, riscos e doenças. A carga horária será de 35 horas/aula e as aulas serão na modalidade a distância e sem tutoria.

O programa inclui temas como adoecimento e sofrimento mental; saúde preventiva e promoção da saúde mental; depressão, estresse e assédio moral/sexual. As inscrições podem ser feitas neste link.

“A participação da federação e do sindicato foi importante pois as sugestões dadas foram acatadas e estarão disponibilizadas no portal do CNJ”, conclui Lucena Pacheco.

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