SINDICATO DOS SERVIDORES DAS JUSTIÇAS FEDERAIS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Instagram YouTube

Sindicato informa à Administração do TRT sobre adesão da categoria à Greve Geral de 14 de junho

A diretoria do Sisejufe se reuniu no dia 6 de junho com a Administração do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região para abordar a decisão da assembleia da categoria que ocorreu em 5 de junho. Na ocasião, foi aprovada a participação dos servidores do Judiciário Federal do Rio na Greve Geral de 14 de junho convocada pelas centrais sindicais, confederações e federações contra a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro.

O presidente do Sisejufe, Valter Nogueira Alves, e os diretores Amauri Pinheiro e Ricardo Quiroga comunicaram ao diretor-geral Luis Felipe Carrapatoso e ao secretário-geral da Presidência do Tribunal, Marcelo Brito, a decisão dos servidores de aderir à paralisação contra o desmonte da Previdência.

Segundo o diretor geral e o secretário-geral do tribunal, o presidente do TRT, desembargador José da Fonseca Martins Junior, não pretende se opor ou retaliar servidores que aderirem à paralisação nacional. Mas pediu que se mantenha o funcionamento mínimo e especialmente não se atinja as audiências marcadas para o dia, a fim de não se penalizar os reclamantes.

Os diretores do Siejufe destacaram que a greve não é contra a Administração e o sindicato também está pautando a defesa da Justiça do Trabalho. Os diretores do Sisejufe assumiram o compromisso de manter os atendimentos de urgência e essenciais, em que há risco de perecimento de direito e também as audiências, que costumam ser poucas nas sextas-feiras.

Na reunião, também foram abordados outros pontos de interesse dos servidores. Foi levantada a questão dos funcionários que se encontram no prédio da Augusto Severo, por conta das condições precárias em que trabalham. O diretor geral do TRT informou que nas próximas semanas mais setores serão transferidos, inclusive para o prédio da Lavradio.

No que tange aos boatos envolvendo mudança no expediente e jornada, Luiz Felipe Carrapatoso  foi categórico em afirmar que jamais se discutiu turno único ou alterações em jornada, mas, sim mexer no expediente, inclusive por conta dos gastos com energia elétrica, cujo custo aumenta após às 17 horas.

Por fim, foi comunicado que será publicado um ato sobre a política de prevenção e combate ao assédio moral, tendo o Sisejufe pleiteado a participação dos servidores no comitê a ser formado para esse fim.

 

Fonte: Imprensa Sisejufe