SINDICATO DOS SERVIDORES DAS JUSTIÇAS FEDERAIS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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Cotec-RJ do Sisejufe repudia matéria que questiona luta do NS

Em meio à onda de ataques aos direitos dos trabalhadores, o Coletivo de Técnicos do Judiciário Federal do Rio de Janeiro (Cotec-RJ) do Sisejufe repudia mais uma tentativa de distorção das informações veiculadas pela grande imprensa. O  Blog do Servidor do jornal Correio Brazilienze publicou em 7 de fevereiro deste ano matéria em que critica a luta dos técnicos judiciários pela enquadramento na carreira de Nível Superior (NS). O blog informa que a Associação Nacional dos Analistas do Poder Judiciário e do Ministério Público da União (Anajus), contrária à reivindicação dos técnicos,  protocolou ofício ao presidente da República, Jair Bolsonaro, solicitando audiência para tratar do assunto.

Na avaliação dos componentes do Cotec-RJ, a matéria “Analistas do Judiciário alertam Bolsonaro sobre trem-bala da alegria” não retrata a realidade dos fatos, tendo em vista que o pleito dos técnicos está respaldado na própria evolução do cargo e das carreiras do Judiciário. Para o coletivo, as mudanças ocorridas no processo de trabalho dentro do PJU, a partir da introdução de inovações tecnológicas, novos modelos de gestão de pessoas e implantação da gestão por competência, justificam e corroboram a necessária atualização dos fazeres e atribuições dos cargos.

A definição de novos mecanismos de realização de direitos no PJU estabelece necessidades institucionais que podem se constituir em espaços de atuação do técnico judiciário, ampliando a aplicação do conhecimento.

O Cotec ressalta ainda que a exigência do Nível Superior para novos concursos não terá impacto financeiro.  Isso sem contar que a maioria dos técnicos judiciários já possui Nível Superior e desenvolve atividades complexas.  O coletivo, com total apoio da direção do Sisejufe, reforça a necessidade e a pertinência da reivindicação e lamenta a forma como o blog do Servidor do Correio Braziliense veiculou o assunto sem ouvir um contraponto do assunto, como prega o bom jornalismo, que deve dar espaço para todas as partes em questão.