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ELEIÇÕES 2018 – Sisejufe lança nota denunciando o caos eleitoral no Rio de Janeiro

A maioria dos eleitores pode observar e ter o dissabor de participar do caos que foi o processo eleitoral, tanto na capital, quanto no interior do Rio de Janeiro. Dificuldades para localizar as seções eleitorais, filas enormes e demora na hora do voto marcaram o dia 7 de outubro na maioria dos locais de votação do Rio de Janeiro.

Assim, o Sisejufe vem a público denunciar o estado precário no qual deixou o chamado Rezoneamento da Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, processo capitaneado pelo então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, e isentar seus representados, servidores públicos federais do TRE-RJ, de qualquer responsabilidade que, por ventura, venha a ser-lhes imputada.

Para Ricardo Quiroga, dirigente do Sisejufe, tanto supervisores e mesários das seções eleitorais se queixaram do insuficiente treinamento e da falta de estrutura para enfrentamento do caos. Para ele, “o TRE-RJ conduziu a pior eleição desde o início do uso da urna eletrônica e prejudicou o processo democrático ao restringir e até impedir os eleitores de votar, por conta de sua desorganização, incompetência e irresponsabilidade.”

Ricardo presenciou, em sua seção eleitoral, por exemplo, “cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção não terem condições de acessibilidade”, ressaltando que muitas seções mudaram de endereço sendo acumuladas em locais já no limite de suas capacidades e sem condição de receber pessoas com deficiências físicas.

Gestão do TRE/RJ tenta se justificar
No meio da tarde do dia 7, o presidente do TRE/RJ ainda busca justificar o caos instalado na eleição fluminense, em relação às filas nos locais de votação. Em nota pública, o desembargador Fonseca Passos aponta que “tal situação, que tem sido verificada em diversos estados do país, deve-se a uma série de razões”, dentre elas, o fato de haver seis candidatos duas vagas para senador e a identificação biométrica. Sequer citou o mal fadado Rezoneamento como a origem do desmantelamento da Justiça Eleitoral brasileira, que, no fundo, busca desqualificá-la ao invés de melhorá-la.

CLIQUE AQUI e leia a “NOTA OFICIAL DO SISEJUFE – Eleições 2018: uma tragédia anunciada”

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