SINDICATO DOS SERVIDORES DAS JUSTIÇAS FEDERAIS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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PLENÁRIA NACIONAL – Manobra da oposição expõe tentativa de impugnar a delegação do Rio

Membro da oposição sindical no Sisejufe, desrespeitando o fórum soberano da categoria, golpeia, mas terá que amargar mais uma derrota

A  Direção do Sisejufe reverteu o golpe promovido pela oposição local, já em Salvador, na reunião dos coordenadores da Fenajufe, ocorrida no dia 01/08, antes mesmo da abertura da Plenária.

O coordenador da Fenajufe, eleito pelo Rio de Janeiro, Ronaldo das Virgens, conseguiu um amplo espectro  de forças políticas e entidades participantes do evento, com o objetivo de garantir a participação dos delegados do Rio, modificando, assim, votos na coordenação da federação. As entidades sindicais, representantes de base e delegados do Sintrajuf-PE, o Sintrajufe-CE, o Sindjus-DF, Sintrajurn (RN), Sinje-CE, Sintrajusc (SC), Sinjufego (GO), Sindiquinze (Campinas/SP) também se posicionaram em favor do Sisejufe. Ao final do imbróglio, todos os 16 delegados da bancada do Rio foram à plenária com direito a voz e voto. A impugnação da participação plena da delegação fluminense, conforme pretendia o equivocado recurso da oposição (junto à Comissão Organizadora), foi derrotada.

Repercussão negativa
A repercussão da decisão ilegítima tomada pela Comissão Organizadora da Plenária – que retirava voz e voto do segundo maior sindicato da categoria – aliada à pressão realizada por servidores e sindicatos de todo o país, fez com que o recurso contra a participação do Sisejufe fosse remetido ao plenário do evento e garantiu que a delegação do Sisejufe mantivesse suas prerrogativas.

Com o novo cenário estabelecido e percebendo desvantagem na correlação de forças, com expressiva maioria dos delegados contrários à cassação dos direitos da delegação fluminense, os interessados em impedir a efetiva participação do Sisejufe desistiram de sustentar o recurso em plenário, restando à esses o silêncio dos constrangidos.

Irrelevâncias e desrespeito à categoria
A diretoria do Sisejufe – cansada de ver os recursos da categoria sendo usados para debater, nesses eventos, questões que não levam rigorosamente à nada, perdendo-se precioso tempo com discussões de questões irrelevantes, por respeito à categoria e por suas responsabilidades com o sindicato e com o movimento dos judiciários federais, preferiu não polemizar, sobre o golpe na base do Rio de Janeiro, na abertura da Plenária e ser pivô de mais um desvirtuamento de temas que realmente interessam para a categoria.

É bom lembrar que  esse setor do movimento esteve na assembleia do Sisejufe e até se candidatou, permanecendo em absoluto silêncio em relação a qualquer possível irregularidade envolvendo o estatuto do sindicato fluminense.

Amauri Pinheiro, diretor do Sisejufe, se diz perplexo diante do que para ele demonstra os interesses vis da oposição, mas destaca que, como delegado, chegou pronto na XXII Plenária Nacional para defender propostas,  entre elas o NS e a defesa da Justiça do Trabalho. O dirigente afirma que não foi até Salvador “pra fazer disputa de cargos (o que não é papel da Plenária). Nela, apenas se disputam ideias e propostas”. Mas, segundo ele, há quem queira calar a única delegação que apresentou propostas defendendo o NS e a Justiça do Trabalho. “Mera coincidência?”, indaga o servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1).

SORAIA PLENÁRIA 2-5-8

Soraia Marca, também diretora do sindicato do Rio, faz lembrar que “todas as exigências dos estatutos da Fenajufe foram cumpridas pelo Sisejufe: convocatória, ata e lista de presença da assembleia, foi tudo apresentado à federação, constando os nomes dos delegados e observadores eleitos. Assim, satisfeitas todas as exigências, a Direção da Fenajufe teve a obrigação de cumprir seus estatutos e não interferir na autonomia das entidades a ela filiadas.”

 

Em breve, publicaremos o que foi discutido e aprovado na Plenária.

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