SINDICATO DOS SERVIDORES DAS JUSTIÇAS FEDERAIS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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Cotec discute pautas que serão levadas ao Congrejufe

O Coletivo de Técnicos do Judiciário Federal (Cotec-RJ) se reuniu na noite desta quinta-feira (7/4), para preparar outras propostas, além do plano de lutas já inscrito, para levar ao 9º Congrejufe, que acontecerá entre 27 de abril e 1º de maio, em Florianópolis (SC). No encontro ficou clara a preocupação de mostrar aos servidores que o grupo irá defender pautas mais amplas, de interesse da categoria, sem perder o foco na luta pelo Nível Superior. “O NS é nossa prioridade. Queremos sair do Congrejufe com um plano de lutas concreto, com cronograma definido”, destaca o diretor do Sisejufe Amauri Pinheiro.

A diretora Soraia Marca também defendeu que se aproveite o congresso da Fenajufe para buscar o diálogo: “Temos que trabalhar para mudar o pensamento dos que criticam o movimento do NS sem conhecer nossos argumentos.”

Ronaldo das Virgens, diretor do Sisejufe e técnico lotado no TRF, informou aos presentes que servidores de Pernambuco e do Rio Grande do Sul pediram ajuda do Sisejufe para montar coletivo de técnicos em seus estados. “Isso mostra a seriedade do nosso trabalho. Estamos virando referência”, avalia.

Na reunião, que aconteceu no auditório do Sisejufe, os técnicos criticam a postura da Associação Nacional dos Analistas do Judiciário e do Ministério Público da União (Anajus) que, em reportagem publicada no jornal Correio Braziliense no último dia 6, diz que “há uma manobra em curso para exigir nível superior para o cargo técnico, por meio de uma emenda ao Projeto de Lei 2648/2015.”

O presidente da Associação, Alexandre Guimarães Fialho, afirma que o aumento de gastos com a mudança pode chegar a R$ 10 bilhões por ano. Em repúdio à matéria, os membros do Cotec decidiram solicitar direito de resposta ao jornal. Veja aqui o link da reportagem.

O diretor do Sisejufe Mauro Figueiredo pediu um esforço conjunto para que a mobilização não perca força. “O NS é um movimento que surgiu na base, fomos fazendo um trabalho de convencimento e conseguimos unanimidade em 30 sindicatos. Temos potencial até de servir de inspiração para outras categorias. Essa luta não pode se esvair”, conclui.